segunda-feira, 20 de outubro de 2014

evocando a Grande Guerra .....

e porque se comemora o centenário da Grande Guerra fomos ao baú e resgatamos  uma velha caderneta de cromos ...

... cada maço de cigarros oferecia um cromo... e assim se foi juntando esta pequena coleção...










quinta-feira, 16 de outubro de 2014

Casa Pereira

e voltamos de novo à mercearia, ou melhor dizendo à Casa Pereira. E fomos às compras aproveitando a promoção ... e o que trouxemos?

  ... a melhor farinha ... ora vejam lá!!!




terça-feira, 14 de outubro de 2014

Por outros caminhos...

Ontem, fomos a Câmara de Lobos, à Biblioteca Municipal. Levamos as Histórias das Gentes que fazem a História. Falamos do Manuel, do Jana, do Augusto, do Loreto. Mostramos o que a História ganhou com as suas histórias.

Assim:

[fotografias da Câmara Municipal de Câmara de Lobos]









sexta-feira, 10 de outubro de 2014

pelos caminhos da ilha...

e agora que a chuva começou a cair ... apeteceu-nos vasculhar gavetas e velhas lembranças ... viagens feitas noutros tempos ... excursões pelos caminhos da ilha ( promovidos pela Ação Católica) ... e sabe bem ouvir contar de momentos guardados naquele cantinho aveludado da memória ...


 
 
 
 

quarta-feira, 8 de outubro de 2014

ainda se lembram?

 
...e por entre folhas gastas e endurecidas pelo passar do tempo encontrámos um velho rol de mercearia ... e, num regresso alucinante ao passado, revivemos as tardes de uma infância morna .... ainda se lembram?
 
 
 


segunda-feira, 6 de outubro de 2014

Uma memória familiar

Trouxe- me um amigo...
Com ela, iniciei uma viagem... Porque o tempo é também uma forma de mobilidades. Por isso, hoje, o meu avô... bomboteiro, de profissão. Marítimo, no dizer do povo...
Era assim que se requeriam as licenças... para exercer o mister...


terça-feira, 30 de setembro de 2014

Newsletter 20 - Memória (s)

Faz anos, por esta altura. Setembro já cheirava a escola e a livros novos e as uvas perfumavam o ar de doçuras. Recomeçamos, aqui, os nossos trabalhos, a nossa procura de escritas do eu e de histórias de vidas das gentes que construíram esta terra que somos.
É de lembranças, esta Newsletter. É de setembros…  deste e de outros, os que o tempo guardou e de alguns dos quais, hoje, daremos conta, com o simples propósito de não os deixar esquecer.

segunda-feira, 29 de setembro de 2014

Setembro [ainda]...

Setembro é [ainda] tempo de ser nómada... de se deixar levar por aí...
No [nosso] baú encontramos um velho postal do Hawaii



cedido por Teresina Teixeira

quinta-feira, 25 de setembro de 2014

regressos de Setembro

Terminaram as férias grandes... estamos, pois, de regresso...
E, já que depois da vindima se arrumam os livros e os cadernos, veio-nos à lembrança um velho livro de leitura da 4ª classe... e deixamos aqui as memórias da sala de aula e do pátio do recreio ....
Aproveitamos para vos lançar um desafio: conte-nos como foi!










Partilhe connosco as suas lembranças da escola.....vá lá!!

quinta-feira, 10 de julho de 2014

No Porto Santo

São memórias velhas, memórias de um tempo em que o verão significava (também) Porto Santo. à descoberta do passado, na Casa da Serra ainda, há objetos que nos falam de um tempo-outro, um tempo de pobrezas maiores.
Apenas para lembrar, um registo: nas casas de salão, no por dentro da ilha, o tabique de palha separa o quarto de dormir do resto da casa. Assim:
Pormenor da Casa da Serra, Porto Santo

segunda-feira, 7 de julho de 2014

Outras coisas...

Voltamos. Andamos a finalizar outras memórias... Numa paragem necessária, descobrimos um outro lugar de nós, do passado que vivemos.
Na Casa da Serra, do Porto Santo, por entre objetos e palavras, por entre coisas que o tempo tornou peças de museu, alguns retratos. Apenas. Para que nunca nos esqueçamos do que éramos, daquilo que compunha as nossas casas, não há muitos anos atrás...





sexta-feira, 27 de junho de 2014

Newsletter 19 - O Deve e o Haver

Podia ser o Projeto de uma vida. Podia ser o Projeto do Centro de Estudos de História do Atlântico. Podia ser o Projeto de uma Região que, nos últimos tempos, tem tido o estigma de viver às custas do continente, das suas receitas e transferências. Podia ser uma mera apresentação de valores – ou da falta deles – suscetível de explicar as [nem sempre fáceis] relações financeiras entre o Senhorio / a Coroa / o Estado e a Colónia / Região /Arquipélago Adjacente / Região Autónoma da Madeira. Este Projeto é, contudo, muito mais do que isso. São cerca de 10.000 páginas reunidas em 13 volumes agrupados em 4 coleções que apresentam um estudo sério sobre História, Economia, Política e Literatura do Arquipélago da Madeira, na sua relação consigo, com a Metrópole e com o Mundo que, a partir dele se foi descobrindo, conquistando e com quem, ao longo do tempo, se foram tecendo relações de ordem vária, em que as questões financeiras estão sempre presentes. Nesta conformidade, o caminho do nosso trabalho foi definido com o objetivo principal de se criarem as condições para um debate sério sobre as relações financeiras entre a Região e o Estado, trazendo o discurso histórico para o debate, percebendo a postura dos madeirenses, as atitudes do Estado, em momentos de desespero ou de crises, a preocupação do Estado, com o progresso e melhoria das condições de vida das populações e as próprias questões do deve e haver. Por outro lado, e como tem sido apanágio deste Centro de Estudos de História do Atlântico, foi nossa intenção construir um repositório documental e estatístico em formato digital, que, estando disponível, abra as portas para que outros investigadores possam desenvolver novos trabalhos.

quinta-feira, 12 de junho de 2014

Newsletter n.º 18: Santo António

Santo António. Por ser junho. Porque se justifica. Porque Memória das gentes que fazem a História. Dedicamos este número a Santo António, o que é de Lisboa e de Pádua, que é da ilha e é do povo.

sábado, 7 de junho de 2014

SANTO ANTÓNIO - Um desafio

Já começaram as Trezenas... Prepara-se a Festa do Santo padroeiro  dos pobres, dos oprimidos, das moças casadoiras, das coisas que não se encontram...
As Memórias, esta semana, propõem um desafio:
quem se lembra das sortes, das fogueiras, das tradições dos santos?
quem se lembra das quadras?


 Escreva-nos. Conte-nos as suas lembranças. Partilhe connosco fotografias do seu Santo António. Este espaço também é seu.

segunda-feira, 2 de junho de 2014

CRIANÇAS...

Apenas para lembrar... crianças que já não o são...

(Fotografias doadas por Teresina Teixeira)







sexta-feira, 30 de maio de 2014

Faz, hoje, 50 anos...






O Manuel Alexandre foi o primeiro colaborador do Projeto Memórias. Sem reservas, abriu-nos a sua vida, como se se tratasse de um livro. Trazia o orgulho daqueles homens que, apesar de todos os medos, nunca desistiram de procurar o futuro. Embarcou menino e fez-se grande na solidão de outros lugares. Viu mudar o país que o acolheu e regressou à ilha, à procura da segurança que a África do Sul já não lhe dava. Hoje, 50 anos depois do embarque e da vontade de saltar para o cais, no momento em que o Vapor do Cabo o afastava do pai e da professora que, em terra, lhe diziam adeus, Manuel - o Cabeiro - ensina que, não obstante todos os pesares, vale a pena procurar os sonhos. A ele e, por ele, a todos os que, um dia, tiveram de partir, a homenagem das Memórias das Gentes que fazem a História.  

segunda-feira, 26 de maio de 2014

Newsletter n.º 17: Memória de lugares ou os lugares da Memória

O conceito de “Lugares da Memória” aparece com Pierre Nora, no fim da década de 70 do século XX, com o intuito primeiro de preservar a memória nacional [leia-se francesa] e da necessidade de inventariar os lugares onde ela se encontrava presente: nas terras, nos documentos, nos símbolos, nas festas, nos monumentos, nas comemorações…
Este conceito, porém, reveste-se de um outro aspeto que  não interessava muito à História: os afetos: só é lugar de memória se a imaginação o investe de aura simbólica (…) só entra na categoria se for objeto de um ritual. Mesmo um minuto de silêncio, que parece o extremo de uma significação simbólica, é, ao mesmo tempo, um corte material de uma unidade temporal e serve, periodicamente, a um lembrete concentrado de lembrar (…) (NORA, 1993).
É com os olhos postos nesta teoria que, nesta publicação, evocamos, hoje, um lugar da ilha que, este ano de 2014 comemora o primeiro Centenário da sua elevação a Município: Ribeira Brava.

quarta-feira, 21 de maio de 2014

... que quanto a nós, vamos bem, graças a Deus


Começa assim a carta que recebemos, por mail, de um aluno da Escola da Torre... Encontrou-a, no meio de coisas... Quis participar deste projeto em que a Memória Individual se revela essencial para compor a Memória Coletiva. As cartas de antes começavam assim. Como se se tratasse de um protocolo de escrita que mantinha a ilusão de que tudo estava bem, de que, no lado de lá, se pensava na ilha, se vivia na preocupação de quem tinha ficado. A quem nos enviou mais este exemplar, o nosso agradecimento. Continuamos à espera de mais cartas, de mais memórias, de mais documentos, de mais histórias de vida. Venha ter connosco. contacte-nos...

sexta-feira, 16 de maio de 2014

Em maio... outra história

Casaram em maio de 1954, em Famalicão: Augusto António, nascido e criado no Socorro e Maria Fernanda que, no longe que distava a ilha do continente, recebia, por marido,  um miúdo de 18 anos que ali chegara sozinho, cheio de sonhos e com um cacho  de bananas na bagagem.
Hoje, Dia Internacional das Histórias de Vida, apresentamos um episódio desta vida. O mais significativo, talvez:

 
Casamento de Augusto e Fernanda [foto doada por Augusto Sousa]
 

terça-feira, 13 de maio de 2014

Fátima, no Ultramar

 
 
 
 
Em maio, no Ultramar, a devoção a Nossa Senhora também se fazia sentir. António, em Angola, fazia-se fotografar, na capela e mandava à sua namorada - ou madrinha, ou noiva - esta memória da saudade: