segunda-feira, 1 de junho de 2015
IABA EUROPE 2015
Tivemos casa cheia!!!! Durante três dias partilhamos histórias de vida dos vários cantos do mundo e contribuímos para aprofundar o diálogo, entre as várias áreas do saber e a vida contada na primeira pessoa...
Foi assim!!! Espreitem!
sexta-feira, 22 de maio de 2015
Encontro Internacional
segunda-feira, 18 de maio de 2015
Newsletter 29: Dialogical Dimensions in Narrating Lives and Life Writing
Esta Newsletter especial visa mostrar o Centro de Estudos, a ilha e alguns dos nossos projetos a um público que nos visitará para o IABA – Europe. Mais do que um encontro de intelectuais, pretende-se mostrar quem somos, como sabemos receber… Queremos mostrar-nos.
sábado, 16 de maio de 2015
16 de maio: Dia Internacional das Histórias de vida
PORQUE A GRATIDÃO É A MEMÓRIA DO CORAÇÃO
[e este Projeto também é feito de afetos]
Hoje, uma memória das Memórias.
Há precisamente dois anos, iniciamos um novo caminho.
Aos que têm estado connosco, MUITO OBRIGADA.
[e este Projeto também é feito de afetos]
Hoje, uma memória das Memórias.
Há precisamente dois anos, iniciamos um novo caminho.
Aos que têm estado connosco, MUITO OBRIGADA.
quarta-feira, 13 de maio de 2015
De Fátima. De visitas.
Porque é dia 13 de maio, a memória pousa-se em Fátima e nas visitas da Imagem Peregrina à ilha da Madeira:
Da visita de 1948, as palavras do «Feiticeiro da Calheta», João Gomes de Sousa ( 1895-1974), um "alquimista das palavras", como afirma o Doutor Alberto Vieira:
Assim:
Tu saíste de Lisboa
A visitar os filhos teus
Roga a Deus por todos nós
Rainha do céu, Adeus.
Não te esqueças querida Mãe
Do pedido que te faço
As súplicas que te fizemos
Que te caiam no regaço.
Da visita de 2010, a fé, a voz de um povo que saiu à rua, enfeitou as varandas e rezou:
E do futuro:
Da visita de 1948, as palavras do «Feiticeiro da Calheta», João Gomes de Sousa ( 1895-1974), um "alquimista das palavras", como afirma o Doutor Alberto Vieira:
Assim:
Tu saíste de Lisboa
A visitar os filhos teus
Roga a Deus por todos nós
Rainha do céu, Adeus.
Não te esqueças querida Mãe
Do pedido que te faço
As súplicas que te fizemos
Que te caiam no regaço.
Da visita de 2010, a fé, a voz de um povo que saiu à rua, enfeitou as varandas e rezou:
| Fotos de Carlos Cabral |
E do futuro:
«A Imagem Peregrina de Fátima visita a diocese do Funchal
(Madeira e Porto Santo) durante três semanas em 2016, chegando no dia 13 de
fevereiro. A visita integra-se na iniciativa proposta pelo Santuário de Fátima,
integrada no Centenário das aparições que vão celebrar-se em 2017. O anúncio
foi feito por D. António Carrilho, esta noite, na Catedral do Funchal, durante
a mensagem transmitida nas celebrações comemorativas do dia 13 de maio, dia da
primeira aparição da Virgem Maria aos três pastorinhos».
terça-feira, 12 de maio de 2015
De maio. De Fátima
segunda-feira, 11 de maio de 2015
De maio - de Fátima
Em maio, Fátima. De fé e de lembranças.
Por entre papéis que recebemos, encontramos memórias:
1. de visitas:
2. de compromissos:
3. de aflições:
Por entre papéis que recebemos, encontramos memórias:
1. de visitas:
![]() |
| Doação de Teresina Teixeira |
2. de compromissos:
![]() |
| Doação de Teresina Teixeira |
![]() |
| Doação de António e Adelaide Loreto |
sexta-feira, 8 de maio de 2015
AGRADECIMENTO
Quase 3000 interações, no facebbok... A Newsletter das Memórias do mês de maio ultrapassou todos os números.
A si, que nos tem visitado e percorrido connosco os caminhos da memória, MUITO OBRIGADO. O nosso blogue já foi visitado por quase 30.600 pessoas... Uma honra!
Sem a sua colaboração, este projeto não seria possível. Continuamos a contar com as suas histórias, com as tradições que não quer deixar morrer, com a correspondência que tem guardado ao longo do tempo, com as fotografias antigas que nos mostram a ilha de outras eras, com os papéis amarelos perdidos debaixo do forro das gavetas...
Estamos à sua espera. Venha ter connosco.
terça-feira, 5 de maio de 2015
sexta-feira, 1 de maio de 2015
Newsletter 28: Maio. Dia um
Dia do voto. Dia do Trabalhador. Feriado nacional. Dia de Maio. Dia de Saltar a laje e ir ao Palheiro Ferreiro. Dia de colares de flores amarelinhas pendurados ao pescoço. Dia de memórias de namoros e de gargalhadas. Dia de procissão a São Tiago Menor.
A atitude do guarda-mor da saúde – que abdica do seu cargo e, ajoelhado ante a imagem do Santo, suplica «Senhor, até aqui, guardei esta cidade como pude. Não posso mais. Aqui tendes a vara do mando. Sede vós o guarda da Saúde» é repetido, ainda hoje, em cada primeiro de maio. Mesmo sem peste. Apenas porque é preciso honrar as promessas. E festejar a Primavera, na medida em que cada peregrino enverga – ainda hoje também - um colar de maios, flores do campo que pintam as serras e as estradas da ilha de bocadinhos de sol.
A atitude do guarda-mor da saúde – que abdica do seu cargo e, ajoelhado ante a imagem do Santo, suplica «Senhor, até aqui, guardei esta cidade como pude. Não posso mais. Aqui tendes a vara do mando. Sede vós o guarda da Saúde» é repetido, ainda hoje, em cada primeiro de maio. Mesmo sem peste. Apenas porque é preciso honrar as promessas. E festejar a Primavera, na medida em que cada peregrino enverga – ainda hoje também - um colar de maios, flores do campo que pintam as serras e as estradas da ilha de bocadinhos de sol.
quinta-feira, 30 de abril de 2015
Amanhã... na Newsletter
1º de maio
| Colares de maios |
Amanhã
Procissão do Voto no Funchal - às 09h30 entre a capela do Corpo Santo e a Igreja de Santa Maria Maior (Socorro).
Amanhã
A tradição: os maios e as maias; o saltar a laje; a serra e a Quinta do Palheiro Ferreiro...
A tradição: os maios e as maias; o saltar a laje; a serra e a Quinta do Palheiro Ferreiro...
| Os maios... em Machico |
Amanhã O dia do trabalhador - memórias de outros tempos...
![]() |
| De Madeira quase esquecida... |
segunda-feira, 27 de abril de 2015
O FUTURO DO PASSADO...
quinta-feira, 23 de abril de 2015
segunda-feira, 20 de abril de 2015
Ontem...
Estava a cair a tarde. As portas do engenho estavam abertas. Na rua, com ma ordem aprendida ao longo do tempo, alguns camiões aguardavam a vez...
Assim:
Assim:
quinta-feira, 16 de abril de 2015
Memórias
Dantes, era assim:
Não nos lembramos disto, mas, na nossa memória de infância, há camionetas paradas à espera pela Ribeira de Santa Luzia acima, à espera de vez para entrar no engenho. Já não há. O Engenho já não mora ali, no Jardim de Santa Luzia. Já não tentamos puxar as canas soltas para as chupar no segredo do quintal...
Hoje, no Funchal, só há carros parados no Ribeiro Seco, no calado da noite, à espera de descarregar a cana...
Este é o tempo...
![]() |
| Transporte da cana [arquivo AV] |
![]() |
| À espera... [arquivo AV] |
Não nos lembramos disto, mas, na nossa memória de infância, há camionetas paradas à espera pela Ribeira de Santa Luzia acima, à espera de vez para entrar no engenho. Já não há. O Engenho já não mora ali, no Jardim de Santa Luzia. Já não tentamos puxar as canas soltas para as chupar no segredo do quintal...
Hoje, no Funchal, só há carros parados no Ribeiro Seco, no calado da noite, à espera de descarregar a cana...
Este é o tempo...
segunda-feira, 13 de abril de 2015
Em laboração ...
Já começou a laboração. Este é um ano bom, segundo notícia do Diário(http://www.dnoticias.pt/actualidade/madeira/510228-mais-de-8-mil-toneladas-de-cana-de-acucar-usadas-na-madeira-para-aguarden?utm_source=auto_rss&utm_medium=facebook ).
São 8.250 toneladas de cana que, nos engenhos, serão transformados em aguardente e em mel...
São 8.250 toneladas de cana que, nos engenhos, serão transformados em aguardente e em mel...
quinta-feira, 9 de abril de 2015
O mel de cana ... (algumas dicas...)
segunda-feira, 6 de abril de 2015
Newsletter 27: Engenho(s) [o do Mel, o das Memórias, o da Vida]
“A cana-de-açúcar poderá, então, ser considerada, com propriedade, a cultura agrícola mais importante da História da Humanidade, pois provocou o maior fenómeno, em termos de mobilidade humana, económica, comercial e ecológica. De todas as plantas domesticadas pelo Homem, é aquela que acarreta maiores exigências. Quase que escraviza o homem, esgota o solo, devora a floresta e dessedenta os cursos de água. A exploração intensiva, a partir do século XV, gerou grandes exigências em termos de mão-de-obra, sendo responsável pelo maior fenómeno migratório à escala mundial que teve por palco o Atlântico: a escravatura de milhões de africanos”
(VIEIRA, Alberto, Canaviais, Açúcar e Aguardente na Madeira, 2004, p. 89).
(VIEIRA, Alberto, Canaviais, Açúcar e Aguardente na Madeira, 2004, p. 89).
terça-feira, 31 de março de 2015
Do outro lado da beleza
| Abrir o trabalho... |
Em nome de todas, a D. Rita e a D. Encarnação ainda repetem os gestos que fazem do Bordado o que ele [ainda] é:
![]() |
| limpar... |
| Engomar... |
| A arte |
quarta-feira, 25 de março de 2015
HERBERTO HELDER de Oliveira
A morte está agora diante de mim
como o regresso de um homem
que um dia partiu para além-mar.
(HELDER, 1996:213)
De procuras. De uma longa procura do coração da ilha. De conquistas. De uma longa conquista do mundo que mora para além das paredes basálticas que lhe serviram de berço. De universo. De uma constante busca do universo que se guarda dentro do poema: ligando a noite ao dia, o oculto ao revelado, o pressentimento ao acontecimento, / - tudo no mundo, na história. / A poesia propõe a história no mundo (HELDER, 1977:15).
Nascido na Madeira, em 1930, cedo se afastou da ilha e foi à procura de vestígios de uma arquitetura oculta do universo. Procurou(-se) certamente pelos mundos que o mundo lhe abriu. e encontrou-se Poeta, tantas vezes possuído pela força animista da linguagem, porque as regras de organização do poema são as mesmas da natureza (HELDER, 1977:9) e essa ele conhecia bem.
A escrita tornou-se um exercício de montagem, de criação da ordem, do significado, da instauração de uma unidade cósmica, de si, talvez. O centro: o poema revitaliza a vida ( HELDER, 1977:10).
Então, sim, a epifania. Ou o apocalipse: Vou morrer /O ouro está perto. (HELDER, 1977:27).
Morreu o homem. Não o poeta. Talvez tenha encontrado o ouro. Talvez o ouro o tenha encontrado. Talvez tenha perdoado. e regressado.
A morte está agora diante de mim
como o instante em que o céu se torne puro,
como o desejo de um homem de rever a pátria
depois de longos, longos anos de cativeiro.
(HELDER, 1996:213)
HELDER, Herberto, Cobra & Etc, Lisboa, 1977
HELDER, Herberto, Poesia Toda, Lisboa, 1996
Subscrever:
Mensagens (Atom)






























